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Experiências 4

 

Tenho observado que na internet existem milhares de paginas sobre projeção no astral, porém, são poucas que descrevem experiências reais vivenciadas pelos projetores, por isso vou colocar neste espaço todas as novas experiências que estou tendo: 

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CHUVA GROSSA NO ASTRAL

Hoje (29/06/2004) eu estava projetado e presenciei uma estranha chuva no astral.
 
Era uma chuva de gotas grossas, um tanto pesadas e muito intensas.
 
Não era desagradável, porém, instintivamente plasmei um guarda-chuva e percebi que a tal chuva era tão intensa e volumosa que eu não conseguia enxergar há mais de alguns metros.
 
Tive a impressão de que quando ela começou a cair eu senti leve "sufocamento".
 
Deve ser mais uma espécie de "sistema de limpeza no astral", bem diferente da desagradável chuva ácida ou energética que já presenciei em algumas ocasiões.
 
Para aqueles que ainda não sabem, já presenciei tambem outras formas de limpeza no astral, tais como: limpeza com fogo e um vento que sopra alternadamente dos quatro cantos.
 
Há regiões umbralinas que são muito desagradáveis e sufocantes, provavelmente estes "sistemas de limpeza no astral" ajudam a dissipar as vibrações, evitando que outros ambientes se formem ou se contaminem com tais vibrações.
 

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UMA RUA LIGANDO DOIS PLANOS

Hoje (24/06/2004) eu estava projetado e saí perambulando pelas ruas próximas ao meu bairro.
 
Num determinado momento eu estava olhando as casas e uma praça gramada, quando percebi, com espanto, uma nova rua saindo de um local onde eu sabia que no físico era uma curva com uma pequena elevação de terra (fotosdolocal).
 
No físico não há nada naquele local, é apenas um espaço aberto.
 
Observei que esta nova rua saía dali, como se fosse um prolongamento da rua que existe no físico.
 
Era como se fosse uma rua nova.
 
Dava para perceber que no físico a rua tinha o asfalto gasto, sujo, e no astral, a nova rua parecia ter sido asfaltada recentemente e coberta com uma camada de piche.
 
Comecei a andar naquela rua e logo entrei numa espécie de avenida cheia de pessoas por lá, enquanto que no físico, não havia quase ninguém nas ruas.
 
O movimento era intenso, havia muita coisa por lá... porem a estranheza da situação me "puxou" de volta para meu corpo físico.
 

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AGRESSÃO NO ASTRAL

Ontem (20/06/2004) domingo à tarde, eu saí projetado e recebi uma violenta agressão de uma entidade de aparência masculina; parecia ser um cara forte e que estava a minha espreita...

Ele deu uma violenta pancada no meu joelho esquerdo.

Assustado e sem reação, pois não esperava aquela agressão repentina, vi que aparentemente um grande pedaço do osso do meu joelho deslocou-se.

Preocupado com aquilo, tentei recolocar o pedaço no lugar...

Aquela situação aflitiva me fez voltar para meu corpo físico, despertando.

Percebi que não havia nada com meu joelho esquerdo no físico, a não ser uma pequena sensação estranha, porém, logo em seguida o músculo (ou nervo) próximo do joelho esquerdo começou a "pular".

"Pulou" umas cinco vezes e parou.

Certamente houve alguma reação no físico, devido a agressão que sofri no astral; ou talvez meu cérebro físico tenha provocado esta reação.

Tentei sair novamente, mas não consegui, provavelmente porque eu estava tenso.

À noite, saí projetado normalmente, porém, não encontrei mais a tal entidade; tambem não percebi qualquer problema com meu joelho esquerdo (no astral), que se recompôs.

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UMA ESTRANHA SAÍDA

Hoje (17/06/2004) por volta de 19:30 h, eu estava cansado, resolvi deitar e relaxar um pouco.
 
Sem querer, percebi que comecei a sair totalmente consciente do meu corpo...
 
Deixei acontecer...
 
Eu queria "curtir" todo o processo....senti o desprendimento do meu corpo físico...
 
Comecei a virar para baixo e pensei que ia sufocar, porém lembrei-me rapidamente que eu estava deitado de lado e meu corpo respirava tranqüilamente.
 
Continuei virando numa volta quase completa, até ficar de costas e aí caí para baixo (de costas), sendo que minha cabeça caiu primeiro.
 
Atravessei o colchão, a cama, o chão e continuei a cair.
 
Nada havia a temer, eu estava curtindo o processo...
 
A queda parou de repente...
 
Percebi que alguém "puxava" minha perna...
 
Reagi e percebi que eram duas entidades de aparência feminina.
 
Onde eu estava?
 
Minha mente criou, ou tentou criar, a impressão de que eu estava nos chão, aos pés da minha cama, porém, eu sabia que devia estar muitos metros abaixo do solo, pois minha cama é no térreo.
 
É interessante observar como nossa mente tenta "preencher lacunas" com cenas e coisas conhecidas, pois de forma alguma eu poderia estar aos pés da minha cama, a menos que eu tenha perdido o senso de direção.
 
Aquilo causou-me estranheza e acabei sendo "puxado" de volta para o meu corpo físico, despertando.
 
Depois de voltar ao físico, fiquei pensando na estranha situação:
 
Eu devia estar muitos metros abaixo do solo, porem eu estava em algum lugar do astral...
 
Será que, visto desta forma, do plano astral, o físico não é uma espécie de "ilusão"?
 

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UMBRALINOS ARTICULADOS?

Ontem a noite (16/06/2004) eu ajudei uma moça no astral a livrar-se de umbralinos que a perseguiam e que pareciam articulados (mancomunados, que se comunicam entre si), pois apesar de eu voar para bem longe com a moça, quando eu desci com ela outros umbralinos passaram a persegui-la...
 
Já percebi umbralinos inteligentíssimos, alguns voam com desenvoltura... estes pelo jeito devem se comunicar muito bem entre eles.

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MANGA SEM SABOR

Hoje (14/06/2004) eu estava projetado e observando uma espécie de banquete no astral.

A mesa estava farta e as pessoas comiam à vontade.

Curioso, aproximei-me e observei os alimentos... eram semelhantes aos do físico.

Numa bandeja havia mangas e outras frutas cortadas em pedaços, pareciam apetitosas.

Venci a relutância... espetei com o garfo um pedaço de manga e levei à boca.

Parecia ter certa consistência, apesar de diferente do que deveria ser no físico, porém, não tinha sabor de nada.

Aquela estranha sensação de ter na boca um pedaço de manga sem sabor me fez voltar para o meu corpo físico.

Será que quem plasmou aqueles alimentos não conseguiu dar sabor à eles?

As pessoas que estavam ali pareciam comer com gosto... o que provavelmente não aconteceria se os alimentos não tivessem sabor

Será que elas se auto-iludem ao comer aqueles alimentos, criando a sensação de sabor?

Será que eu não sentia o sabor porque estava projetado e não participava daquela espécie de "ilusão coletiva"?

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A projeção nos dá de certa forma uma espécie de "diferencial" que nos leva a discernir dentro de um quadro típico de "ilusão coletiva" criada conjuntamente por um grupo de pessoas no astral.

Mesmo diante de um quadro de "ilusão individual" a pessoa projetada (conforme sua lucidez), consegue enxergar ou perceber de forma diferenciada.

Ganhamos lucidez quando refutamos algo que nos pareça absurdo no astral; por isso é importante estarmos sempre atentos e precavidos diante de nossas experiências no astral.

Meu relato logo abaixo,  nesta mesma página,  denominado "ATIVIDADES NO ASTRAL" demonstra um pouco do que normalmente ocorre no astral.



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PLASMANDO UM AVIÃO NO ASTRAL

Hoje (11/06/2004, feriado prolongado) por volta de 11 horas da manhã eu estava projetado no telhado da construção dos fundos de minha casa, onde em ocasião oportuna pretendo construir um terraço, pois posso ter uma visão panorâmica do meu bairro.

Eu estava enxergando tudo muito claro, igual estava no físico. Talvez eu estivesse no chamado tempo real.

Percebi um helicóptero de médio porte sobrevoando a uma altura razoável, porém eu não ouvia o som característico do motor ou das hélices, por isso pensei que talvez fosse plasmado por alguém.

Já relatei em algumas ocasiões que as vezes podemos enxergar os sonhos dos outros no astral.

Resolvi plasmar tambem e mentalizei firmemente um avião de grande porte.

Em pouco tempo o tal avião surgiu no céu e percebi que eu podia controlar, pela minha vontade, o vôo dele...  as vezes com alguma dificuldade, talvez por vacilo na minha concentração.

Fiz ele fazer curvas no ar e dar um rasante sobre as casas. Depois fiz ele descer em uma avenida próxima...  como havia uma depressão e para não perdê-lo de vista, instintivamente saí voando e fui até lá.

Ele estava pousado, de forma imponente no asfalto. Próximo dele, uma mulher alta, de vestido vermelho, o olhava com surpresa.

Porém logo me interessei por coisas cotidianas, que aconteciam próximo dali e me esqueci do tal avião. Deve ter se desintegrado...

É interessante observar que podemos plasmar grandes objetos no astral, bem como, podemos tambem desintegrar, com vontade firme, coisas e aparências plasmadas, conforme já relatei em outras experiências.

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PERSEGUINDO UM "HACKER" NO ASTRAL

Após passar pela desagradável experiência de ver a conta corrente de minha esposa ser violada, transferindo seus recursos para a conta poupança de outra pessoa de forma ilícita, tive vontade de através de minhas projeções descobrir quem foi o "Hacker" causador de tal estrago.
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Ontem (04/06/2004) concentrei-me desejando encontrar por sintonia o tal "Hacker", eu queria observá-lo, saber quem é ele, como ele é...
 
Saí projetado e não consegui encontra-lo, e sim apenas situações e pessoas conhecidas.
 
Talvez não tenha me concentrado firmemente e por isso não consegui encontra-lo...
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Hoje (05/06/2004) concentrei-me firmemente com a vontade de encontrá-lo.
 
Saí projetado e... sim, encontrei o tal "Hacker"...
 
encontrei-o envolvido no que posso descrever como um espetáculo de horrores e sofrimentos...
 
encontrei tambem uma moça, ligada a ele, com horríveis deformações em seu corpo astral.
 
Culpava-o por tê-la deixado naquela situação, suas coxas e nádegas estavam deformadas.
 
Depois de observa-lo senti pena dele, não parece ser uma má pessoa.
 
Ao sair em desprendimento de seu corpo pelo sono físico (na falta de um nome melhor para descrever este estado, que é diferente da projeção), ele fica perturbado, tem alucinações, sofre perseguições...
 
Não cabe a mim julga-lo ou condena-lo, queria apenas conhecê-lo... desejo que ele seja feliz e que encontre o entendimento.
 
Na medida do possível, vou tentar ajuda-lo
 
Talvez a gente exista e se manifeste em um ambiente divino e nossos desregramentos perturba tal ambiente que se volta contra nós na forma de corrigenda.

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UM CAMINHONEIRO NO ASTRAL

Hoje (03/06/2004) eu estava projetado no astral e percebi um caminhão.

Curioso comecei a observa-lo... era um caminhão semelhante aos antigos FNM (fenemê) de cor escura.
Uma grossa lona cobria uma espécie de carga que não consegui verificar.

O entendimento com o motorista foi simples e rápido, via pensamento pedi-lhe uma carona para Sorocaba... com o que ele concordou.

Curioso e distraído, instintivamente fui subir no tal caminhão pela porta do motorista que abri com facilidade.

Percebendo instantaneamente meu erro, pois o motorista vinha logo atrás, pedi-lhe desculpas e dei a volta pela frente do caminhão.

Abri a porta do outro lado e antes de entrar, lembrei-me que por educação e cordialidade devia lhe pedir licença...

"Com licença, posso entrar na sua casa?"

"Sim, porque esta é sua casa, não é?" falei brincando.

Olhei para ele que simpático, sorria gostosamente com a minha brincadeira.

"É, aqui é a minha casa" respondeu ele, pondo o caminhão em movimento.

Percebi que rodávamos na estrada, igual a um caminhão no físico.

O interior da cabine era idêntico a um caminhão no físico, apenas com algumas diferenças de detalhes.

O caminhoneiro provavelmente plasmou pela sua vontade tal veículo para dar continuidade a seus afazeres.

Achei engraçada aquela estranha situação e pensei que se tal caminhão pudesse ser visto no físico, seria um verdadeiro "caminhão fantasma" trafegando pelas nossas estradas.

Provavelmente sua mente perturbada, deve adequar as situações no astral, ignorando ou não fazendo questão de perceber as possíveis diferenças.

Não pude continuar minhas observações, pois fui "puxado" de volta para meu corpo físico.

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ATIVIDADES NO ASTRAL

Todas as noites as pessoas saem de seus corpos em desprendimento pelo sono físico.
 
O que fazem no astral todas estas pessoas encarnadas?
 
Conforme venho aos poucos observando e relatando, elas agem quase da mesma forma que agiriam no físico, independente de seus credos ou religiões

Muitas pessoas dão continuidade as suas atividades no físico, vão para lugares ou interesses diversos. Outras ficam "presas" a sonhos, vícios, sintonias, ou a processos obsessivos.

 
Vão trabalhar normalmente, pesquisam, estudam, conversam, vão a cinemas, parques de diversão, quermesses, teatros, lugares belíssimos, visitam amigos e parentes encarnados ou desencarnados, participam de palestras, reuniões, etc, etc
 
Suas mentes no astral criam coisas o tempo todo. São empresas, organizações, veículos, fábricas, lugares, situações...
 
Tenho observado que mesmo empresas e organizações falidas ou fechadas, que não existem mais, cujos funcionários foram demitidos e estão atualmente no físico desempregados, sub-empregados ou aposentados, continuam a existir de forma atuante e próspera no astral, realizando "negócios" e até mesmo "reformando" e "modernizando" suas instalações.
São provavelmente criações mentais conjuntas de seus ex-funcionários, ex-dirigentes, ex-fornecedores, etc, que gostariam que as coisas continuassem...
 
Muitas pessoas realizam "negócios", fazem "acertos", despacham "mercadorias" tal qual se estivessem no físico.
 
O relacionamento social é amplo e intenso; conversam e trocam idéias o tempo todo.
 
Parece que suas mentes não percebem que estão num plano astral e em muitos casos dão continuidade aos afazeres, gostos, devaneios e preocupações que possuem no físico.
 
Parece também que desenvolveram uma "estranha lógica" que lhes justificam as diferenças entre astral e físico, ou talvez simplesmente ignorem ou não façam questão de perceber, aceitando a tudo de forma "natural"
(talvez seja por isso que muitos desencarnados não percebem a mudança de planos, pois "tudo" continua muito semelhante).
 
Aliás, se pensarmos bem, as pessoas também agem assim no físico, simplesmente ignorando algo que lhes pareça complicado entender...
 

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VOANDO NO ASTRAL

Esta noite (27/05/2004) eu estava projetado e pude realizar algumas experiências interessantes no astral.
 
Eu estava assistindo uma espécie de representação teatral (teatro no meio da rua) e uma mulher vestida de preto, "grudou" em mim e começou a me incomodar... eram milhões de perguntas, queria saber como se faz isto ou aquilo.
 
Depois de algum tempo, aquilo começou a me incomodar.
 
Disposto a me livrar da tal mulher, lancei-me no espaço, com um impulso, a grande velocidade, fugindo dela; porém, percebi que ela voava atrás de mim...
 
Pensei firmemente em sutilizar meu estado e ela passou por mim sem me ver.
 
Livre da tal mulher, passei a desfrutar do vôo. 
 
Era delicioso voar com extrema liberdade... abria os braços e girava no ar.
 
Desci ao solo e continuei a dar cambalhotas.
Era delicioso, porém, notei que algo me mantinha próximo do solo, e curioso, não tentei voar novamente.
Como podia se à pouco eu voava com total liberdade?
 
Abaixe-me e passei a mão no chão.
 
Percebi que minha mão estando à cerca de um centímetro aproximadamente do solo eu podia sentir uma espécie de magnetismo da Terra...
 
Seria apenas um condicionamento mental por estarmos acostumados a gravidade física? 
 
Ou será que o tal magnetismo, que eu percebi, exerce alguma influencia em nossos corpos astrais, ainda que muito pequena?
 
Não me prendi a aquela descoberta... saí dali perambulando pelas ruas.
Reconhecia que eu estava nas proximidades de minha casa.
 
Era madrugada, eu enxergava com clareza e as ruas estavam cheias de pessoas, indo e vindo.
 
Não eram portanto, pessoas com seus corpos físicos,  e sim pessoas com seus corpos astrais, em desprendimento pelo sono físico.
 
Lembrei-me que eu devia estar ainda em estado mais sutilizado e resolvi fazer um teste:
 
Eu ia de encontro das pessoas e abria os braços, como para assustá-las para chamar sua atenção, porém, ninguém me via... era como se eu fosse um desencarnado passeando pelo plano físico.
 
Eu percebia portanto, naquele momento, três planos diferentes:
 
1 - O plano que em que eu estava mais sutilizado.
2 - O plano das pessoas que passavam por mim sem me verem.
3 - O plano físico.
 
E tambem três formas de percepções:
 
1 - Eu do plano mais sutil podia enxergar o plano astral mais denso(na falta de uma palavra melhor) e o plano físico.
 
2 - Quem estava no plano astral mais denso, não enxergava o plano mais sutil, mas enxergava o plano físico.
 
3 - Quem estava no plano físico, não enxergava os dois planos mais sutis.
 
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Obs.: Conforme já descrevi em outros relatos, há intensa atividade no plano astral durante a noite, e é muito comum encontrarmos pessoas em desprendimento pelo sono físico, divertindo-se em parques apropriados (parques de diversões maravilhosos), reuniões publicas, uma espécie de quermesse, cinemas (com até 3 telas de projeção), teatros, etc
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DESINTEGRANDO VIBRAÇÕES MALIGNAS

Esta noite (26/05/2004) eu estava projetado e fui atraído para uma casa simples, situada num nível pouco mais baixo que a rua.
 
Uma senhora negra era assediada por dezenas de seres malignos.
 
O entendimento mental entre eu e ela deu-se de forma simples e rápida.
 
Era possível perceber na casa focos de vibrações malignas por todo lado, o ambiente era sufocante.
 
Vibrei bons sentimentos, concentrei-me e com a mente desintegrei aos poucos todas aquelas vibrações malignas.
 
Eu podia sentir que tais seres malignos continuavam nas proximidades, rondando, porém, sempre mantendo uma boa distancia dali.
 
Não sei o que levou aquela senhora a sofrer tal assedio; talvez sejam ligações com vingadores de encarnações anteriores ou talvez devido a práticas constantes de atividades negativas ali exercidas. Eu não quis saber, simplesmente procurei ajudar...
 
Ao despedir-me, a senhora me acompanhou até os degraus de uma pequena escada, próxima ao portão de trinco simples, que atravessei com facilidade.
 
"Fique com Deus" - eu disse a ela.
 
"Fique com Deus você também" - respondeu ela.
 
Saí dali com uma agradável sensação de bem estar intimo...
 

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SISTEMAS DE LIMPEZA NO ASTRAL

Ao responder o e-mail de uma pessoa sobre minha experiência "Limpeza com fogo no astral?" relembrei de outras experiências que tive no astral, também relacionadas ao assunto e que podem ajudar a esclarecer o pessoal novato:

Além da limpeza com fogo, já percebi tambem no astral, algumas vezes, uma espécie de "chuva ácida" ou "chuva energética" que produz limpeza em ambientes "carregados".

Em algumas ocasiões eu percebi uma espécie de "fuligem preta" ou "pó preto" em alguns ambientes carregados.

Percebi também um "vento" que sopra dos quatro cantos, alternadamente, promovendo a limpeza de alguns ambientes.

Estas experiências podem indicar, talvez, que deve haver um controle inteligente no astral que a tudo provê...

Ou seria apenas uma "reação natural" do ambiente a uma situação de desequilíbrio??

Porém, aí não seria o caso de um principio inteligente ter previamente criado esta "reação natural"??

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LIMPEZA COM FOGO NO ASTRAL

Hoje (12/05/2004) eu estava projetado no astral quando percebi uma estranha "inundação" vindo em minha direção...
 
Não me agradou a idéia de ter qualquer contato com aquela espécie de líquido escuro, talvez desagradável.
 
Saí dali fugindo em direção ao que me pareceu ser um "mato seco", porém, percebi que vinha uma espécie de "cortina de fogo" queimando tudo...
 
Parecia que estava havendo uma espécie de "limpeza com fogo" no plano astral...
 
Sem saber para onde ir, lembrei que poderia tentar "orbitar", conforme li, dias atrás, sobre o seriado "Charmed" no canal Sony.
 
"orbitar" seria algo parecido com "teletransportar-se", isto é, se desmaterializar-se em um lugar e materializar-se em outro.
 
Concentrei-me e senti uma estranha energia envolver meu corpo astral, (não sei direito se transformou meu corpo astral em energia ou se apenas tive a impressão de sentir a energia no meu corpo astral).
 
Percebi numa fração de segundo a mudança de cenário, fui transportado pela minha vontade para outro lugar, longe dali.
 
Se "orbitar" for isto, pelo menos no astral, a sensação é agradável e não foi difícil conseguir.
 

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DIFICULDADES COM O PADRÃO VIBRATÓRIO

Hoje (10/05/2004) saí projetado e encontrei minha amparadora no astral.
 
Um espécie de "barreira" (forma figurativa) nos separava.
 
Achei aquilo estranho.
 
Parecia que eu estava exausto, sem forças...
 
Ela atravessou a tal "barreira" e veio até mim.
 
Ela me disse:
 
"Está vendo, Roberto?"
 
"Você está tão fraco que não consegue chegar até mim..."
 
"Você precisa se esforçar mais..."
 
Compreendi o que ela queria dizer... e não suportando mais aquela situação, fui "puxado" de volta para meu corpo físico.
 
Venho percebendo já há algum tempo que, ao que tudo indica, meu padrão vibratório está intrinsecamente ligado as minhas projeções.
 
Tenho necessidade de um auto-policiamento constante de meu padrão vibratório (leia-se pensamentos, sentimentos, atos, palavras e sintonias) pois refletem instantaneamente em minhas projeções.
 
Quando por exemplo tenho um dia tenso, agitado, fico nervoso com alguma coisa ou com alguma pessoa, saio projetado com pouca lucidez... as vezes sem visão, as vezes sem controle, ou com pouco controle.
 
Tambem tenho percebido que quando por algum motivo baixo meu padrão vibratório, alguns dias depois, contraio algum estado enfermiço, se desenvolve alguma infecção ou algum processo inflamatório doloroso.
 
Pensei até que pudesse ser uma espécie de auto-sugestão ou algo assim, mas parece que não é não.
 

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SOMOS SERES DE LUZ??  OU VIVEMOS NA LUZ??

Vivo fazendo experiências e tentando descobrir coisas...
 
Esta noite (09/05/2004) ao sair projetado, percebi, por breves instantes, por detrás dos meus olhos físicos, ao me desprender, uma luz fortíssima que me fez "sentir" que era eu... como se fosse emanada do meu íntimo, do meu interior.
 
Será?
 
Será que nós somos feitos de luz, oriundos da luz, ou vivemos na luz, sem o perceber?
 
Há alguns anos atrás eu estava sentado em minha mesa no escritório e percebi minha sombra (a sombra do meu corpo físico) refletida em cima da mesa, na minha frente.
 
Não havia luz natural ou artificial por detrás de mim... naquele momento eu tambem havia percebido que era como se a luz viesse de dentro de mim.
 
Esta impressão tambem aconteceu outras vezes... de repente, sem que eu esperasse, sem que eu provocasse.
 
Há algum tempo atrás eu estava projetado e de repente percebi, a uma distancia de aproximadamente uns 60 ou 70 metros, o que me pareceu ser uma fenda de luz, conforme relatei há um ano atrás (30/04/2003) no relato denominado "FENDA DE LUZ"

Vide: 

http://www.projecaoastral.com/experiencias2.htm#4

 
Na época achei que poderia ser talvez uma brecha no que consideramos "realidade"
 
Será?
 
Será que nossa "realidade" é feita de luz e não percebemos?
 
Será que nossa percepção é obstruída?
 
Uma curiosidade: pode não ter nada a ver e pode ter outras explicações, porém, quando estamos no escuro, se colocarmos a ponta do dedo indicador na "bolsa lacrimal" (cantinho dos olhos próximo ao nariz) e o esfregarmos juntamente com a pálpebra inferior, veremos lampejos de luz, sob a pálpebra inferior. Já pedi para outras pessoas fazerem isto e elas tambem perceberam.
 

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INVASÃO DE PRIVACIDADE??

Outro dia (24/04/2004), sábado a tarde, deitei para descansar um pouco e saí projetado.
 
Fui parar defronte a casa do meu irmão ( foto_da_casa ), que mora no Paraná, distante cerca de 600 quilômetros de Sorocaba, onde moro.
 
Não consegui entrar, fiquei cheio de pudores.
 
Fiquei com certo receio do que eu ia "ver" lá dentro...
 
Achei que eu estaria sendo desrespeitoso
 
O "vacilo" durou apenas alguns segundos... não me senti bem naquela situação e achei melhor sair dali.
 
Em outras experiências fui "atraído" para dentro da casa das pessoas e não tive problemas deste tipo, porém, penso que é porque nas outras experiências eu fui "atraído" por motivos de aprendizado, auxílio, esclarecimento, etc(será que alguém ou alguma coisa nos controla?)... e ali na casa do meu irmãos eu estava de livre e espontânea vontade, ou seja, apenas como um "enxerido"
 
Não seria um espécie de "invasão" do alheio, sem permissão?
 
Por quê eu me senti desconfortável naquela situação?
 
Claro que era a casa do meu irmão, da minha cunhada, dos meus sobrinhos, com os quais eu tenho amizade, liberdade e intimidade para entrar na casa deles, porém, se eu entrasse eles não me veriam, não saberiam que eu estava ali, talvez eu visse "coisas" que eu não gostaria de saber... será?
 
Será que há realmente uma espécie de "barreira moral" que desperta nossa consciência diante de determinadas situações?
 
Ou será que é nossa consciência (leia-se nosso eu superior, planos superiores, Deus, Criador, consciência cósmica, ou qualquer nome que queiram dar) que cria estas barreiras?
 

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REALIDADE DENTRO DE REALIDADES??

Há alguns dias atrás, deitei e tornei-me consciente no espaço, fora do planeta, em uma situação onde eu não sentia ou percebia meu corpo astral e podia perceber coisas e minúcias que não se percebe em uma projeção em corpo astral.

Provavelmente esta é uma "projeção em corpo mental" em um de seus muitos níveis de manifestação, conforme já constatei em algumas experiências.

Uma amparadora (sentia-a como uma consciência feminina e desde há muito minha conhecida), que tambem não possuía forma astral, mostrava-me a realidade no planeta Terra como uma espécie de "bolha" (forma figurativa), intercalada dentro de outra "bolha" (também outra forma figurativa) que seria a realidade do universo ou mundo astral.

Claro que "bolhas" são apenas "formas figurativas" para demonstrar, naquele momento, para minha compreensão, que um sistema (realidade perceptível) existe dentro de outro muito maior... é muito difícil, por falta de parâmetros, descrever o que se percebe em uma projeção em corpo mental.

Pude compreender também, estarrecido, que era como se um sistema engolisse ou encobrisse o outro, sem que as pessoas na Terra o percebessem em função de sua percepção limitada.

Podia sentir e perceber que algumas consciências se destacavam dentre a população do planeta devido a meditação que faziam, tentando compreender a realidade, especialmente uma senhora encarnada que em contato mental comigo tentava perceber nuances da experiência que eu estava tendo, simultaneamente; sem sucesso, porém, pois foi "tragada" pela realidade astral, sem que eu nada pudesse fazer...

Tambem percebi que a realidade astral existia dentro de algo ainda muito maior.

"Então existe ainda algo muito maior?" perguntei a minha amparadora.

Ao que ela respondeu:

"É evidente que sim..."

Não conseguindo manter aquela situação por mais tempo, fui "puxado" de volta ao meu corpo físico.

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MUTAÇÃO NO ASTRAL

Esta noite (20/04/2004) eu estava projetado nas regiões umbralinas e fui atraído para uma entidade com uma surpreendente mutação no seu corpo astral.
 
Ela tinha o formato semelhante a uma cobra.
 
"Senti", de alguma forma, que eu precisava levá-la até um local de socorro.
 
Peguei-a nos braços, a princípio com certo receio de sua agressividade, porém, ela era dócil, talvez estivesse até mesmo num estado indolente.
 
"Senti" ela como uma entidade feminina.
 
Levei-a e deixei-a aos cuidados de socorristas; depois, sob forte impressão fui "puxado" para meu corpo físico.
 
Claro que ela não se tornou uma cobra, mas apenas adquiriu, de alguma forma, semelhante aparência no astral.
 
Com o devido tratamento e orientação ela certamente voltará a sua forma humana, com naturalidade.
 
Quem ou o quê teria lhe causado tal mutação no seu corpo astral?
 
Seria talvez algum processo de auto-hipnose impingido por umbralinos?
 
Seria talvez uma espécie de auto-sugestão ou auto-condenação?
 
Ainda não tenho estas respostas, mas seria interessante descobrir...
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Explicações necessárias, com base no que tenho visto e observado no astral:

 
Os socorristas são pessoas de boa vontade que procuram ajudar os necessitados.
Geralmente são desencarnados que sabem o que fazem (como ajudar, como orientar), porém, pode haver entre eles encarnados "em desprendimento pelo sono físico".
Quando nas regiões umbralinas alguém emite um pensamento ou pedido de socorro sincero, instantaneamente é socorrido.

Parece que no astral tudo funciona por sintonias, por sentimentos, por pensamentos.

 
Por exemplo: estou projetado e "sinto" que determinada pessoa necessita de socorro... também "sinto" o que devo fazer ou para onde levá-la (local de socorro).
No astral nos movemos a velocidade do pensamento, portanto é relativamente fácil localizar (por sintonia) o necessitado ou o local de socorro.
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No astral, pode-se adotar a aparência que quiser (para aqueles que de uma forma ou de outra sabem fazê-lo), pode-se plasmar máscaras ou vestimentas.
Não existem monstros ou diabos no astral, mas sim, pessoas (umbralinos) que querem amedrontar, assustar, dominar... e plasmam suas aparências ou disfarces.
 
Descobri tambem que quando estivermos projetados e algum umbralino se apresentar na nossa frente com a forma desumana, se tivermos a vontade forte, poderemos com nossas mentes "desintegrar" sua aparência plasmada, fazendo-o aparecer como era em sua ultima encarnação, pois as referencias a ela são muito mais fortes.
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No meu relato "Mutação no astral" não sei exatamente quem, o quê, qual motivo, ou processo que levaram aquela entidade a adotar a aparência semelhante a uma cobra...
 
As variáveis são muitas, entretanto, posso citar um exemplo do que as vezes pode ocorrer:
 
Aqui no físico, as vezes, as pessoas se referem a alguém como: "ela parece uma cobra" (falsa, dissimulada, traiçoeira), "víbora", "cascavel", "jararaca" (pessoa má, ruim)... 
 
Uma mente perturbada, atormentada por perseguidores, vingadores, obsessores, pode ser induzida por auto-sugestão, auto-hipnose ou auto-condenação (consciência culpada) a sentir-se, ou achar que é, determinada coisa, passando a adotar forma semelhante no astral.

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"NAMORO" NO ASTRAL

Esta noite (12/04/2004) eu estava promovendo no astral o reencontro, a reaproximação, de dois irmãos.
 
Não era uma tarefa fácil, pois como se fossem dois autistas, viviam como em mundos próprios, e tinha que obedecer certas seqüências de coisas e situações, como numa espécie de ritual... se errasse, tinha que voltar ao começo e recapitular tudo novamente...
 
Eu contava com a ajuda e orientação de uma amiga espiritual (ou astral), provavelmente desencarnada, que talvez sem querer, através da peculiaridade da situação, deu-me uma idéia do que deve ser um "namoro" no astral.
 
Havia entre eu e ela como se fosse uma espécie de interação total de sentimentos e pensamentos.
É como namorar uma fada, um ser mágico... eu podia senti-la em todas as fibras do meu ser.
 
Ao imaginarmos um orgasmo contínuo, perene, teremos uma pálida idéia do que seja esta interação com uma entidade feminina no astral.
 
Em determinado momento, ela concentrou-se nos planos mais altos e pude senti-la como se ela fosse diáfana, translúcida, vi nascer de dentro dela uma suave e linda luz arroxeada que se esparramava a nossa volta.
 
Claro que não era um namoro, porém, pude compreender que no astral, os relacionamentos acontecem de uma forma muito, muito deliciosa.
 
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FUGINDO DE PERSEGUIDORES

Ontem (09/04/2004) eu estava projetado, quando fui atraído para um apartamento, onde um casal "em desprendimento pelo sono físico" discutiam por algum motivo.
 
Eles não percebiam a minha presença, ali, dentro do apartamento deles.
 
A mulher era loira e tinha os cabelos cacheados, trajava uma espécie de camisola em tons escuros, talvez azul marinho. O homem era do tipo comum e "senti" que ele era dentista...
 
De repente a mulher percebeu ou "pressentiu" que seus perseguidores estavam à sua porta.
A impressão que ela causou-me, através de seus pensamentos e sentimentos que eu comecei a perceber, era de que seres demoníacos se aproximavam com terríveis intenções.
 
Claro que isto era uma ilusão, uma criação mental dela, pois no máximo, eram umbralinos, seus perseguidores, devidamente caracterizados para amedrontá-la.
 
Ela saiu correndo, atirou-se literalmente da janela do prédio, caindo na cobertura de um prédio vizinho e continuou correndo alucinadamente...
 
Surpreso e sem saber o que fazer, limitei-me a acompanhá-la... até que ela caiu no vazio e saiu voando com desenvoltura, pensando provavelmente em ir para o mais longe possível de seus perseguidores.
 
Olhei para trás e ninguém nos perseguia...
 
Por quê uma pessoa se deixa dominar pelo medo?
 
Por quê ela não enfrenta seus perseguidores?
 
Por quê ela não percebia sua própria condição no astral, atirando-se da janela, voando?
 
Surpreso com aquilo tudo e cheio de interrogações, fui "puxado" para meu corpo físico.
 
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Uso a expressão "em desdobramento pelo sono fisico" ou "desprendimento pelo sono físico", na falta de uma palavra melhor, para definir o estado onde as pessoas não têem consciência no físico; que é diferente da projeção consciente, onde temos consciência no físico... aliás, a maciça maioria dos encarnados que eu encontro no astral em minhas projeções, se encaixam neste estado, conforme já relatei por diversas vezes.
 
Raramente eu encontro alguém que demonstre ter alguma consciência no físico (projetado).
Nas poucas vezes em que eu encontrei alguém, neste estado, ao abordá-las a respeito elas saíram correndo amedrontadas, dizendo que não queriam saber, que tinham medo destas coisas.
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PROJEÇÃO NUM SUPERMERCADO

 
Hoje (03/04/2004) eu estava projetado no astral, em atividades diversas, quando fui "puxado" para um grande Supermercado, onde presenciei, na condição apenas de observador, sem interferir de nenhuma forma nos acontecimentos abaixo:
 
O "dono" do tal Supermercado (pelo menos eu o senti assim) era um homem forte e "grandão"  (devia ter mais de um metro e noventa de altura), tinha os cabelos inteiramente brancos, formando uma espécie de "topete", caminhava ao lado de um rapaz (talvez um Gerente ou Assistente) que aparentava não ter ainda trinta anos e de dois garotos carentes (de rua provavelmente), pois vestiam-se com roupas sujas, gastas e estavam descalços.
 
Os garotos eram franzinos e desnutridos, aparentavam ter uma altura semelhante, talvez fossem irmãos com idades próximas.
 
Não via mais ninguém por perto, parecia ser um horário de pouco movimento.
 
Pois bem, o tal "dono" do Supermercado, conversando com os garotos, ao passar próximo de uma prateleira, pegou três latas de leite em pó e entregou aos garotos... o tal rapaz, percebendo que não seria uma "divisão justa" pegou mais uma lata e entregou ao garoto que só tinha uma.
 
Emocionei-me quando um dos garotos devolveu as duas latas que tinha nas mãos e foi pegar rapidamente alguns gêneros alimentícios que em sua cabecinha equivaleria ao valor das duas latas...
 
Percebi que os dois homens também se emocionaram... o "dono" entregou novamente as duas latas para o menino.
 
Eu podia "sentir" as emoções e os pensamentos daquelas pessoas.
 
O tal "dono" encaminhou os meninos com os produtos para um caixa próximo para registrar os produtos.
 
Pensou inicialmente em pedir para enviar o comprovante do caixa para a contabilidade, porém, na dúvida, sacou um pacote de dinheiro do bolso e pagou os produtos.
 
Os meninos saíram felizes e agradecidos.
 
O tal "dono" sentiu-se bem, como se tivesse feito uma boa ação.
 
Não sei o que levou aquele homem a ajudar o meninos, pois já vi, no físico, meninos de rua serem "enxotados" de Supermercados e pedirem uns trocados para os clientes que saiam, as vezes até pedindo para ajudar a empurrar os carrinhos de compras até os veículos.
 
Porém, aqueles sentimentos de "doadores" e "receptores" pareceu-me que iriam ficar no ar para sempre.
 
Emocionado, fui "puxado" para meu corpo físico.
 
O que será que nos atrai, quando estamos projetados, para cenas assim?
 
Será uma espécie de aprendizado?
 
Será uma sintonia de sentimentos?

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PROJEÇÃO EM CASA

Ontem (02/04/2004) saí projetado dentro de minha própria casa.
 
Minha lucidez estava meio deficiente, porém, percebi que a casa estava cheia de gente.
 
Percebi também que algumas daquelas pessoas estiveram em minha casa alguns dias antes, instalando e verificando a instalação de gás natural.
 
Não estranhei aquilo, pois conforme relatos anteriores, já saí projetado outras vezes em minha casa e percebi que ela estava cheia de gente... geralmente são pessoas em busca de ajuda e esclarecimento.
 
Vi que minha esposa, estava sentada na cama, ao lado de seu corpo físico, em outro quarto e conversava com uma pessoa.
 
Incomodado com a minha perturbação, voltei para meu quarto... não tinha ninguém, porém percebi um sombra passando rapidamente no chão.
 
Eu pensei: "Droga! Deve ser um rato...vou ter que caça-lo..." (pois minha esposa tem verdadeiro pavor de rato, por ter sido mordida por um, quando menina enquanto dormia).
 
Fiquei parado observando, quando eu vi um ratinho sair debaixo do móvel, porem não era um ratinho comum... ele era muito bonito, parecido com o rato do "Tom e Jerry".
 
Aí eu "caí em mim" e percebi que aquilo era uma "criação mental".
 
Porém, eu tinha visto algo...
 
Cheguei próximo do local, onde tinha visto a sombra e não sei como "forcei" ou "agucei" minha percepção... e como se fosse numa espécie de "review" com imagem congelada... eu pude perceber uma pequena sombra, algo difusa e rarefeita.
 
O que seria aquilo?
 
Talvez um "miasma"?
 
Uma "forma pensamento"?
 
Uma espécie de energia?
 
Ou mais uma "criação mental"?
 
Surpreso com aquilo fui "puxado" para meu corpo físico.
 
É interessante observar, mais uma vez, que ao contrário de mim, que estava projetado e com a lucidez deficiente, as pessoas, inclusive minha esposa, agiam com desenvoltura, como se estivessem extremamente habituados com aquilo tudo.
 
No dia seguinte, perguntei para minha esposa e ela não lembra de nada...
 

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ESTRANHAS EXPERIÊNCIAS


Ontem (27/03/2004) retornei ao meu corpo físico, após uma projeção, completamente sem nenhum senso de direção.

Tenho por hábito dormir com o quarto totalmente no escuro e frio.
Deixo o ventilador de teto ligado no exaustor quando está frio e no ventilador quando está calor. Gosto desta forma, acostumei-me com ela, a sensação do escuro e do frescor, tem certa similaridade com o astral.

Minha única referencia quando acordo no escuro são os números vermelhos do meu rádio relógio.

Pois bem, voltei para meu corpo físico e não conseguia enxergar nada.
Levantei-me e olhei para todos os lados e não conseguia enxergar os números vermelhos do radio relógio.
Sentia-me estranho, achei até que ainda estava projetado e por alguma razão eu estava sem visão, só enxergava o escuro.
Resolvi acender a luz do abajur, através do tato e qual não foi minha surpresa ao encontrar, no lugar onde deveria estar o interruptor, apenas o vazio... por algum motivo, não sei como, "pressenti" que o interruptor estava exatamente atrás de mim... me virei sentindo até uma espécie de vertigem pelo absurdo da situação, porém, encontrei o interruptor e acendi a luz, totalmente perplexo.

Pode até parecer uma simples desorientação no escuro, com certa perturbação, ao voltar para o meu corpo físico; porém, posso estar errado, mas fiquei com a impressão de que há algo mais, como se minhas referencias, meu senso de direção, fossem "criação mental"... será que as sensações e perturbações do retorno ao corpo físico podem causar confusões em nosso julgamento da situação momentânea?

Tenho observado também algumas sensações de vertigens ao estar saindo projetado e por algum motivo voltar instantaneamente para o físico... dá para sentir uma espécie de "solavanco" no meu corpo astral.
Estes "solavancos", as vezes, tambem sinto quando retorno ao meu corpo físico, após uma projeção.
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Hoje (28/03/2004) saí projetado e não sei como, passei a acompanhar ou conduzir a alma recém-desencarnada de uma moça que, ciente de sua situação, se concentrava em Deus e ansiava por planos mais elevados, sublimes... acompanhei-a, logo que se desprendeu de seu corpo físico.
Eu podia "sentir" seus pensamentos e sentimentos; havia algo como uma "comunhão" entre eu e ela.

Segurei-a pela cintura e atravessamos rapidamente regiões mais densas... logo estávamos penetrando regiões maravilhosas de luzes e formas difusas... passei a sentir no alto de minha cabeça, no chamado cocuruto, algo semelhante a um intenso jato, como se fosse um chuveiro energético ruidoso, que parecia esparramar-se pelo meu ser... soltei a moça, pois percebi que ela estava chegando ao seu destino em regiões sublimadas.

Surpreso e maravilhado com as sensações e com o ambiente em que eu estava, fui "puxado" para meu corpo físico, despertando... com uma sensação de doçura no peito.
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ONDE ESTÁ A VERDADE?

Esta noite (26/03/2004) participei de uma reunião no astral, onde entre outros assuntos, foi tratada a questão da fé, do entendimento e da busca da verdade...
 
No termino da reunião, uma das pessoas presentes (espírito) mencionou a frase abaixo e atribuiu sua origem a um religioso (frei), cujo nome não consegui guardar, mas pareceu-me ser um nome francês:
 
"Onde está a verdade? Eu tinha a minha... espero encontrá-la novamente."
 
Achei interessante postar no site esta frase "ouvida" no astral em função de sua profundidade e mesmo atualidade... apesar de ter sido criada por um religioso provavelmente desencarnado há muito tempo.

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CHURRA??

Dois caras (espíritos) com os quais eu me vejo, com relativa freqüência, prestando assistencialismo no astral, mostraram-me algo que poderia ser definido como uma espécie de "patuá do mal" (se é que posso definir desta forma), ou seja, um volume costurado, contendo dentro o que entendi ser terra de cemitério, algum objeto de uso pessoal da vítima e outras "tranqueiras"...
 
Peguei o tal volume nas mãos... vi que era volumoso e consistente, porém um pouco mole.
É difícil descrever um contato com algo no astral, parece que nossa percepção e tato mudam, ficam diferente...
 
Explicaram-me que se tratava de uma CHURRA  que era enterrada no quintal ou bem próximo da residência da vitima...  (este tipo de objeto talvez seja conhecido por outros nomes)
 
Sem pensar, naquele momento, eu não me preocupei em saber como o objeto poderia estar em minhas mãos, se no físico ele devia estar enterrado... seria talvez o próprio objeto, seu duplo no astral ou apenas uma representação plasmada dele? No astral nossa percepção muda... as vezes podemos tocar com certa naturalidade em coisas "dentro" do físico.
 
Quando não quero esquecer algum nome ou alguma coisa, procuro vincular o nome a algo e no caso vinculei a abreviatura de churrasco, ou seja, CHURRA (foi o nome que entendi e lembrou-me no astral uma espécie de amarrado para finalidades semelhantes).
 
É interessante observar no astral como funciona este tipo de coisa.
 
O objeto em si nada significa, porém, a intencionalidade que o reveste, esta sim, significa e muito...
 
Mesmo que "o ato"  não tenha origens em processos obsessivos e indutivos, a intencionalidade "reveste" o objeto e fica ali, como se fosse uma espécie de "concentrado", atraindo a curiosidade e o interesse de pessoas (espíritos) "desocupadas" no astral que se aproximam do "mal-intencionado" e da "vítima", passando a perturbar e interferir em suas vidas, de uma forma ou de outra.
 
Certamente os desdobramentos de tais atos trarão conseqüências desagradáveis para os envolvidos...
 

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ACIDENTE COM DUAS MULHERES

Hoje (11/03/2004) após desenrolar-me de alguns compromissos, cheguei em casa muito cansado, deitei e sai projetado...

Fui atraído para um acidente na estrada; pareceu-me que defronte o estacionamento de um Shopping ou de uma indústria (não prestei muita atenção neste detalhe), envolvendo duas mulheres numa van toda arrebentada.

Elas tentavam desesperadamente movimentar seus corpos destroçados.

Uma delas parecia que estava com o corpo quebrado, com o braço levantado em horrível posição.

"Senti" que elas pareciam não acreditar no que tinha acontecido.

Uma multidão de pessoas provavelmente desencarnadas se formou em torno delas.

Alguns consternados com a cena, gritavam:

"Não tente se mexer, o socorro logo vem..."

"Fique quieta, não se desespere..."

Não consegui ajudar, pois o telefone tocou e com o barulho fui "puxado" de volta para meu corpo físico.

Entretanto, fiquei me questionando... será que o socorro estava realmente demorando?

Será que algumas pessoas ao desencarnarem em acidentes "precisam" passar por uma situação destas?
 

 

SINTONIA INDESEJADA

 
Precisamos ter cuidado com as sintonias que as vezes atraímos para nós.
 
Hoje (01/03/2004) precisei levar um familiar com dores a um local de pronto atendimento (pronto socorro), onde tivemos que ficar por cerca de duas horas e meia, devido ao local estar cheio de pacientes.
 
Enquanto aguardávamos percebi que uma moça olhava insistentemente para mim. Isto despertou minha curiosidade que também passei a observá-la, ainda que de forma mais discreta. Não a conhecia (pelo menos no físico) e também não percebi nada que pudesse justificar aquele suposto interesse em mim e nem tampouco nos falamos.
 
Saí dali com meu familiar, após a consulta e medicação e esqueci o assunto.
 
Depois em casa, deitei-me para descansar e ao sair projetado, fui interpelado por uma entidade de aparência feminina que percebi, de alguma forma, estar ligada aquela moça.
 
A tal entidade fez exigências, queria explicações, demonstrava estar perturbada... fantasiava coisas, me seguia por todo lugar que eu ia.
 
Queria e exigia atenção integral para si e para seus problemas.
 
Aquela situação começou a incomodar-me, não gosto de sentir-me preso; eu tinha outras coisas para fazer, outras pessoas para ajudar que também precisavam de mim.
 
Percebi que aquela entidade estava desequilibrada e que provavelmente eu não poderia ajuda-la.
 
Desejei fortemente e consegui, que eu e outra pessoa que precisava de minha ajuda, ficássemos em um plano mais sutil, transparente em relação a ela.
 
Ao distanciar-me dela, desejei que amigos espirituais a ajudassem.
 
Espero não encontra-la novamente ( pelo menos tão cedo ).
 
Ao observar aquela moça no pronto atendimento, devo ter atraído para mim, ou entrado em sintonia com a tal entidade.
 
A tal moça talvez estivesse sendo assediada pela entidade e nem sabia porque olhava para mim.
 
Certamente, mais perceptiva, a tal entidade deve ter "enxergado" alguma coisa em mim que a atraiu.
 
Será que a tal entidade voltou a assediar a moça?
 
Será que sem querer eu afastei o assédio da moça?
 
Ou será que fui "usado" por entidades protetoras da moça para afastar tal assédio?
 
São coisas para as quais eu ainda não tenho respostas.
 

REENCONTRANDO CUNHADO DESENCARNADO

Hoje (24/02/2004) eu estava projetado e para minha surpresa, meu cunhado desencarnado  veio ao meu encontro no astral, pedindo-me um favor.
 
(já escrevi sobre ele no relato: LIVRO DE PROJEÇÃO AJUDA DESENCARNADO em

http://www.projecaoastral.com/experiencias3.htm#7

 

Ele queria que eu passasse nele, um liquido que ele chamou de "ungüento" para tirar algumas marcas azuladas e arroxeadas que ele possuía no rosto, barriga, braços e pernas.

 
Ele afirmou que aquelas marcas o incomodavam e que ele queria ficar "bonito" novamente...
 
Sem pensar direito, comecei a passar o tal "ungüento" nele e percebi que as marcas estavam saindo realmente.
 
A sensação de esfregar na "pele" dele era um pouco diferente.
 
Divertido e brincalhão, como sempre foi quando encarnado, ele não parava de fazer piadinhas sobre a situação.
 
Ele ria muito e eu correspondia as brincadeiras dele, porém, o meu próprio riso me fez voltar para o meu corpo físico.
 
Tentei projetar-me novamente para reencontrá-lo, mas não consegui.
 
É a terceira vez que eu vejo no astral estas marcas azuladas e arroxeadas em um desencarnado.
 
Parece que alguns desencarnados levam estas marcas em seus corpos astrais por algum motivo que ainda não descobri.
 
Nosso contato no astral com desencarnados deve ser muito freqüente e rotineiro, pois eles (os desencarnados) agem com naturalidade como se tivessem nos vistos há pouco.
 

 

SONHOS DOS OUTROS NO ASTRAL?


Esta noite (22/02/2004) eu estava projetado na rua de minha casa, quando de repente "ouvi" um "barulhão" de aviões se aproximando.

Eram dezenas de aviões de grande porte que rebocavam, em pleno ar, através de cabos, centenas de veículos variados (desde automóveis até caminhão basculante).

Fiquei chocado com aquilo, não acreditava no que eu via.

Percebi que outras pessoas próximas pararam também para ver aquele espetáculo.

Me questionei se aquilo não era sonho, porém, eu estava completamente lúcido.

Lamentei terem passado tão rápido... eu queria "ver" aquilo direito.

Olhei para o céu desconfiado... será que "alguém" ou "alguma coisa" estava me enganando?

Seria criação mental minha?

Será que uma pessoa ou um grupo de pessoas plasmaram aqueles aviões e veículos no astral?

Com que finalidade?

Apenas para chocar e surpreender as pessoas que os estavam "vendo"?

Ou apenas para se divertirem?

Será que os "sonhos" e fantasias dos outros, no astral, atingem a tamanha expressão?

Fiquei curioso.


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NOVAMENTE PROJETADO SEM PERCEBER

 
Acordei no físico e ouvindo uns barulhos estranhos, tentei ligar o interruptor do abajur que fica na cabeceira da minha cama.
 
Não consegui, o interruptor parecia ter ficado duro e não se mexia.
 
Desesperei-me pois estava escuro e eu queria enxergar.
 
Neste momento percebi que fui "puxado" para meu corpo físico despertando.
 
Só aí eu percebi que estava projetado sem perceber e consegui ligar o interruptor, agora facilmente, acendendo a luz do abajur.

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OBSERVANDO UM DESENCARNADO NO ASTRAL

Hoje (14/02/2004) tive a oportunidade de observar um desencarnado no astral.
 
Era um cara moreno de tez escura, vestia um longo casaco de aparência surrada, tinha os cabelos despenteados e sua barba estava crescida, como se não a fizesse há muito tempo.
 
Assemelhava-se a um andarilho, a um morador de rua, porém, era cheio de esquemas; parecia ter alguma influencia sobre alguns desencarnados em situação semelhante a dele.
 
Após dar instruções a um de seus comandados, lembrou-se de alguma coisa e falou em tom pouco alterado para o rapaz que já ia longe:
 
"Não se esqueça de falar para a madame que ela nos deve..."
 
"Tá legal!" respondeu o rapaz.
 
Admirado, comentei com ele:
 
"Nossa! Você conseguiu falar com ele desta distancia..."
 
"É, aqui a gente consegue..." respondeu ele em tom amistoso.
 
"Este plano aqui é bem diferente, não é?" eu comentei.
 
"É, aqui tem muita coisa diferente..." respondeu ele, pensativo.
 
"Quando você chegou aqui foi difícil a adaptação? O que você sentiu? perguntei.
 
"Foi muito difícil, foi duro" respondeu ele, que parecia lembrar-se de seu desencarne.
 
"Tive que ir me habituando aos poucos... os sons parecia que chegava tudo de um vez, tive que ir separando, aprendendo..." continuou ele, fazendo gestos com as mãos.
 
Percebi que eu podia perguntar mais coisas, descobrir mais coisas, junto a um desencarnado que estava habituado a viver no astral, porém, a emoção me fez voltar para meu corpo físico, me "puxando" de volta.
 
Que pena, pois perdi excelente oportunidade.

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UMA CIDADE NO UMBRAL

Esta noite (10/02/2004) estive projetado com um grupo de pessoas resgatando familiares, amigos e afetos em uma grande cidade no Umbral.
 
Ao nos aproximarmos do local senti e percebi uma grande fumaça preta, parecida com fuligem que nos sufocava intensamente.
 
A cidade era fortemente vigiada e precisávamos aguardar o sinal de dois umbralinos que demonstrariam uma brecha na segurança.
 
Ao vermos o sinal penetramos sorrateiramente na cidade.
 
As portas e janelas estavam todas fechadas.
 
Um pesado veículo, semelhante a um caminhão blindado patrulhava as ruas. Nos abaixamos atrás de uns tapumes para não sermos vistos.
 
Víamos seres de variadas formas, alguns pareciam vampiros, outros tinham aparência que lembravam insetos. Andavam em grandes grupos, pareciam centenas, milhares talvez.
 
Pareciam verdadeiras feras que poderiam nos estraçalhar se fossemos vistos.
 
Eu tinha a impressão que estava penetrando num verdadeiro inferno, num lugar diabólico, se é que pode ser definido desta forma.
 
Aos poucos as pessoas do grupo foram encontrando ou sendo encontradas pelos seus afetos que os atacavam.
 
Uma das moças do nosso grupo foi agarrada pelo seu "afeto" que parecia querer estuprá-la.
 
Um rapaz atrás de mim foi visto por uma entidade feminina de aspecto terrível que queria estraçalha-lo.
 
"PCC seu maldito, você é o culpado por eu estar aqui..." vociferou ela.
 
"Eu sei, eu sei..." disse ele, fugindo dela e tentando acalmá-la.
 
Eu sabia que eles de alguma forma podiam controlar a situação e que eu tinha que ir mais para dentro, para próximo dos lideres daqueles umbralinos terríveis.
 
Porém, não agüentei aquela situação desesperadora e fui "puxado" de volta para o meu corpo físico.
 
Acordei no físico e percebi o motivo de ter sido "puxado" de volta. Eu sentia no físico intensa dor no peito, na altura do diafragma, como se uma "bola" de alguma coisa tivesse se aglomerado no local, fazendo doer.
 
Algum tempo depois, saí projetado novamente e fui "puxado" para uma espécie de templo de enormes proporções. Num grande salão fui cercado por um enorme grupo de umbralinos.
 
Logo em seguida apareceu o que parecia ser o chefe deles. Ele adotava roupas e postura religiosa como se fosse um sacerdote ou coisa assim, que certamente usava como forma de se impor diante de seus comandados.
 
Acusou-me de muitas coisas, parecia irritado com a minha ousadia de estar ali.
 
Mandou trancar-me em uma sala sem janelas e disse-me que eu seria terrivelmente castigado.
 
Ao me ver trancado naquele lugar, não tive dúvidas, pensei fortemente no meu corpo físico e fui "puxado" de volta.
 
Acordei no físico com a certeza de que eu tenho que fazer alguma coisa importante ali no Umbral e que certamente terei que voltar aquele lugar.
 

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PROJEÇÃO NUM CENTRO ESPÍRITA

 
Hoje (05/02/2004) estive projetado num Centro Espírita.
 
O local estava muito cheio mesmo, eu tinha que pedir licença para poder entrar.
 
Ao contrário do físico, pois não costumo freqüentar Centro Espírita, eu tinha grande familiaridade com o lugar e com o pessoal, era como se eu estivesse por ali com grande freqüência e conhecesse todo mundo (outra vez esta estranha dualidade).
 
Fiquei espantado com a amplitude e diversidade dos trabalhos.
Não percebi nenhum líder, nenhum orientador comandando o lugar, apenas um pessoal dedicado que se desdobrava em orientar e esclarecer, como se cada um soubesse exatamente o que fazer.
 
Percebi que havia desorientados e necessitados de toda espécie.
Havia estranhas figuras, pessoas cuja aparência era de um sexo, porém, agia como se fosse de outro. Havia mulheres de bigodes, homens com seios, etc.
 
Notei que algumas pessoas que possuem transtornos no físico, como por exemplo autismo, síndrome de Down, transtorno obsessivo compulsivo, etc, parece que continuam a tê-los no astral (porem, não deve ser em todos os casos).
 
Os trabalhos também se estendiam a lugares distantes.
Estivemos em locais de traficantes e mistura de cocaína, tentando esclarecer e demover as pessoas, que ali agiam, de seus propósitos.
 
Tentávamos orientar e esclarecer algumas pessoas que participavam de estranhos e macabros rituais. Uma pessoa de estranha aparência alegou que não podia deixar de "trabalhar" pois aquilo que fazia (trabalho macabro) era uma "missão".

 

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AS MAIS LOUCAS FANTASIAS NO ASTRAL

Hoje pela manhã (28/01/2004) pude presenciar no astral as fantasias mais loucas de algumas pessoas. Pelo jeito elas se divertem à beça durante seu repouso físico, plasmando coisas, objetos e criando situações.
 
Apesar do quadro parecer apenas um sonho, eu era um espectador privilegiado, pois estando projetado, eu podia presenciar, os sonhos e fantasias dos outros.
 
O céu no astral estava límpido, azul claro (apesar de no físico estar nublado).
 
Vi um cara dando longos pulos do telhado de uma casa ao telhado da outra, até que num espaço maior ele não deu impulso suficiente e caiu de costas...
 
Eu pensei: "Ele não deve se machucar pois estamos no astral..."
 
De fato, parece que não aconteceu nada com ele, que muito à vontade, parecia divertir-se com aquilo; saiu rolando, passou por mim e continuou rolando...
 
Olhei para o céu e vi algumas pessoas voando...
 
Um cara estava voando num skate agarrado a uma pipa...
 
Uma moça estava voando num barco, semelhante a um barco à vela, porém, no lugar da vela estava um balão que aparentemente dava sustentação ao barco que devia medir aproximadamente uns cinco ou seis metros.
 
A tal moça que parecia despreocupada e controlava o barco, fazia sinuosas ondas no ar, poucos metros acima dos telhados das casas.
 
Percebi que um cara parou ao meu lado também observando as peripécias da moça do barco.
 
"Ela está tranqüila e segura assim porque estamos no astral..." eu comentei
 
"É se fosse no físico, ela teria medo..." ele respondeu
 
Surpreso olhei para o cara da cabeça aos pés; ele vestia roupas normais e calçava sapatos.
 
Percebi que ele também estava projetado e tinha consciência disso.
 
"Cara, onde está dormindo o seu corpo físico? Me leva até ele, quero saber quem é você, depois a gente se encontra no físico..." exclamei maravilhado.
 
Ele me disse que estava dormindo num ônibus parado na estrada, com problemas.
 
"Foi um negócio estranho.. foi como se eu tivesse sido arrancado do meu corpo..." disse ele
 
"Você está numa projeção astral e está consciente disto..." afirmei
 
"Não entendo destas coisas... não quero saber disso não..." disse ele com medo, se afastando rapidamente.
 
Ainda tentei insistir dizendo que isto era uma coisa normal...
 
"Não quero saber disso não..." disse ele novamente, já andando bem longe...
 
Que pena, parece que as pessoas tentam ignorar a realidade quando esta lhes causa estranheza e ficam com medo de saber, de entender...
 

 

 

VISÃO COM INTERFERÊNCIAS E VOANDO DE CABEÇA PARA BAIXO

 
Tive algumas experiências estranhas no astral esta semana.
 
Em uma ocasião eu estava projetado e de repente, ao me movimentar, minha visão ficou semelhante a uma imagem de Tv com interferências, porém, as linhas se cruzavam em vários formatos. A estranheza da situação me fez voltar para o físico.
 
Em outra ocasião alcei vôo no astral e sem querer virei de cabeça para baixo. Fui em direção as estrelas achando que no espaço eu perderia as referencias de cima ou de baixo e poderia consertar aquela estranha e ridícula posição. Não adiantou... eu continuei a ir em direção as estrelas de cabeça virada para baixo. Tentei desesperadamente virar o meu corpo astral e acabei voltando para o físico.

 

EXPERIMENTAÇÕES E DUALIDADE INCÔMODA

 
Estes dias tenho feito algumas experimentações, em mim mesmo, para ver resultados e diferenças.
 
Por exemplo, durante alguns dias, baixei propositadamente meu padrão de pensamentos para analisar as conseqüências em minhas projeções.
 
Aos poucos minhas projeções ficaram menos lúcidas e comecei a "perder o domínio de mim" como se meu EU superior tivesse assumido o comando, fazendo meu corpo astral executar tarefas que me pareciam "estranhas", se posso definir desta forma.
 
Na noite de 02/01/2004 eu tinha pouca consciência do que estava fazendo no astral. Via-me em contato com uma pessoa responsável pelos trâmites, tratando do processo de algum conhecido recentemente desencarnado (que não conheço no físico).
 
O quê me levou aquela situação? O quê era aquele lugar? Assemelhava-se a um órgão ou departamento público, com uma espécie de burocracia.
 
Percebi nitidamente que eu estava, de certa forma, sendo conduzido pelo meu consciente superior que me colocava em situações onde eu agia, fazia coisas, numa espécie de automatismo. Era uma dualidade incômoda, onde ficava bastante claro, que minha mente física tinha um papel de coadjuvante naquela história.
 
Percebendo isto, ali mesmo no astral, passei a elevar meu padrão vibratório e instantaneamente comecei a "ver" e "perceber" ao meu lado e próximo de mim, desencarnados infelizes, necessitados de esclarecimentos, de entendimentos.
 
Comecei a andar por ali e percebi que eu estava entrando numa ala de um grande hospital, cheio de gente, com os corredores abarrotados.
 
Minha lucidez "desabrochou", passei a "enxergar"  e perceber de forma muito mais nítida.
 
As pessoas que estavam ali, abriam caminho para mim, olhavam-me respeitosamente; "senti" que pensavam que eu fosse um médico, que eu estava ali, trabalhando e ajudando. Olhei para minhas roupas, eram normais, não eram roupas de médico (talvez fosse minha vibração).
 
Um rapazinho maltrapilho de uns doze ou treze anos, aproximou-se mim mim e pediu:
"Moço, por favor eu quero água, estou com sêde!" (provavelmente era um desencarnado ainda vinculado as necessidades físicas)
Coloquei a mão no ombro dele e falei:
"Vamos lá, na cozinha deve ter..."
Eu pensei: se estamos num hospital, deve ter uma cozinha em algum lugar, porém, a estranheza da situação deve ter mexido com meu metabolismo, puxando-me de volta para o físico e me despertando...
 
 
Mas o que é isto afinal? Nosso consciente superior "controlando" e "manipulando" nossas ações no astral? Já tive outras experiências semelhantes indicando a mesma coisa.
 
É como se existissem dois EUs. Quando o EU inferior age como um "bêbado" embriagado com as vibrações grosseiras de seus pensamentos, o EU superior determina e age no astral por conta própria?
 
Esta dualidade me incomoda.

 

 

CHUVA GROSSA NO ASTRAL

UMA RUA LIGANDO DOIS PLANOS

AGRESSÃO NO ASTRAL

UMA ESTRANHA SAÍDA

UMBRALINOS ARTICULADOS?

MANGA SEM SABOR

PLASMANDO UM AVIÃO NO ASTRAL

PERSEGUINDO UM "HACKER" NO ASTRAL

UM CAMINHONEIRO NO ASTRAL

ATIVIDADES NO ASTRAL

VOANDO NO ASTRAL

DESINTEGRANDO VIBRAÇÕES MALIGNAS

SISTEMAS DE LIMPEZA NO ASTRAL

LIMPEZA COM FOGO NO ASTRAL

DIFICULDADES COM O PADRÃO VIBRATÓRIO

SOMOS SERES DE LUZ??  OU VIVEMOS NA LUZ??

INVASÃO DE PRIVACIDADE??

REALIDADE DENTRO DE REALIDADES??

MUTAÇÃO NO ASTRAL

"NAMORO" NO ASTRAL

FUGINDO DE PERSEGUIDORES

PROJEÇÃO NUM SUPERMERCADO

PROJEÇÃO EM CASA

ESTRANHAS EXPERIÊNCIAS

ONDE ESTÁ A VERDADE?

CHURRA??

ACIDENTE COM DUAS MULHERES

SINTONIA INDESEJADA

REENCONTRANDO CUNHADO DESENCARNADO

SONHOS DOS OUTROS NO ASTRAL?

NOVAMENTE PROJETADO SEM PERCEBER

OBSERVANDO UM DESENCARNADO NO ASTRAL

UMA CIDADE NO UMBRAL

PROJEÇÃO NUM CENTRO ESPÍRITA

AS MAIS LOUCAS FANTASIAS NO ASTRAL

VISÃO COM INTERFERÊNCIAS E VOANDO DE CABEÇA PARA BAIXO

EXPERIMENTAÇÕES E DUALIDADE INCÔMODA